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	<title>Raindrop: Pagan Poetry &#187; poesias</title>
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	<description>A concentração de todo esse vazio</description>
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		<title>Goodbye</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 23:39:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[Músicas]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diegolima.org/rpp/?p=244</guid>
		<description><![CDATA[Alone once again
I watch the sunset,
with tears in my eyes
And in the distance the car goes by.
The end of a day
Comes in the flight of an osprey.
To the stars in the sky
I say goodnight.
And the knife cutting through my heart
Leaves me devoid of emotion
No strength left to cry
No will left to try
No songs left to [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alone once again<br />
I watch the sunset,<br />
with tears in my eyes<br />
And in the distance the car goes by.</p>
<p>The end of a day<br />
Comes in the flight of an osprey.<br />
To the stars in the sky<br />
I say goodnight.</p>
<p>And the knife cutting through my heart<br />
Leaves me devoid of emotion<br />
No strength left to cry<br />
No will left to try</p>
<p>No songs left to sing<br />
No smiles, no strings.<br />
With no emotions inside,<br />
I say goodbye.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Longa Caminhada</title>
		<link>http://diegolima.org/rpp/2009/11/a-longa-caminhada/</link>
		<comments>http://diegolima.org/rpp/2009/11/a-longa-caminhada/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 04:13:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diegolima.org/rpp/?p=242</guid>
		<description><![CDATA[E assim termina a longa caminhada
Depois de tantos anos, tanta história,
Tantos planos e idéias inacabadas,
Chegamos ao fim vazio da estrada
Podemos encher nossos pulmões de areia,
E fincar nossa bandeira no chão empoeirado
Orgulhosos de termos finalmente completado
A marcha sem precisar de ajuda alheia
Olhamos o sol se por atrás das dunas
E a escuridão rapidamente nos abraçar
Não lutamos &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E assim termina a longa caminhada<br />
Depois de tantos anos, tanta história,<br />
Tantos planos e idéias inacabadas,<br />
Chegamos ao fim vazio da estrada</p>
<p>Podemos encher nossos pulmões de areia,<br />
E fincar nossa bandeira no chão empoeirado<br />
Orgulhosos de termos finalmente completado<br />
A marcha sem precisar de ajuda alheia</p>
<p>Olhamos o sol se por atrás das dunas<br />
E a escuridão rapidamente nos abraçar<br />
Não lutamos &#8211; descansamos<br />
E bebemos homenageando as sombras</p>
<p>Sonhos vendidos por poucas moedas<br />
Corações trocados por efêmeros prazeres<br />
Em algum lugar escolhemos o caminho errado<br />
E assim termina a longa caminhada.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vaidade</title>
		<link>http://diegolima.org/rpp/2009/10/vaidade/</link>
		<comments>http://diegolima.org/rpp/2009/10/vaidade/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 00:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diegolima.org/rpp/?p=240</guid>
		<description><![CDATA[Vaidade
Da idade
Vã.
Idade das cidades
Das lojas, das modas
Dos carros e luzes.
Sombra da vaidade
espera o pincel quebrar
Frágil pincel que pinta o ego
Que atrás se esconde alma fácil, frágil.
Ah, a vaidade
Que aos poucos espalha o esmalte corrupto
E que aos nossos tolos olhos brilha
Amo-a!
Vaidade &#8211; vaidoso
Da idade &#8211; idoso
Vã &#8211; humanos.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vaidade<br />
Da idade<br />
Vã.</p>
<p>Idade das cidades<br />
Das lojas, das modas<br />
Dos carros e luzes.</p>
<p>Sombra da vaidade<br />
espera o pincel quebrar<br />
Frágil pincel que pinta o ego<br />
Que atrás se esconde alma fácil, frágil.</p>
<p>Ah, a vaidade<br />
Que aos poucos espalha o esmalte corrupto<br />
E que aos nossos tolos olhos brilha<br />
Amo-a!</p>
<p>Vaidade &#8211; vaidoso<br />
Da idade &#8211; idoso<br />
Vã &#8211; humanos.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Madrugada</title>
		<link>http://diegolima.org/rpp/2009/10/madrugada/</link>
		<comments>http://diegolima.org/rpp/2009/10/madrugada/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 21:54:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste dia quero pela noite vagar
Chuva caindo sobre minha cabeça
Até onde as luzes se acabam
E no meio da escuridão há aquele bar
Quero entrar encharcado,
Cansado, perdido, desarrumado,
Pedir a bebida de sempre
Que nem sei qual é.
E então olhar para o lado,
Ver, pasmo, os cabelos alaranjados,
O sorriso, lábios vermelhos, olhar vagante
Com a mente viajante tocando a mesma canção.
Esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste dia quero pela noite vagar<br />
Chuva caindo sobre minha cabeça<br />
Até onde as luzes se acabam<br />
E no meio da escuridão há aquele bar</p>
<p>Quero entrar encharcado,<br />
Cansado, perdido, desarrumado,<br />
Pedir a bebida de sempre<br />
Que nem sei qual é.</p>
<p>E então olhar para o lado,<br />
Ver, pasmo, os cabelos alaranjados,<br />
O sorriso, lábios vermelhos, olhar vagante<br />
Com a mente viajante tocando a mesma canção.</p>
<p>Esta noite quero nos embriagar,<br />
Com palavras, com gestos, com sensações,<br />
Para sairmos em meio às sombras<br />
Iluminando o fim da noite.</p>
<p>E quando chegarmos, a algum lugar,<br />
Sem combinar trocarmos um beijo,<br />
Sentir o doce da alma, o calor do desejo,<br />
As curvas da pele, o pulsar do peito sob a mão.</p>
<p>Sem luzes, sem culpa, sem inibições,<br />
Olhar o rosto adormecido, acariciá-lo suavemente,<br />
Beijar suavemente a moça, pela última vez.</p>
<p>Pois quando o sol nascer já estaremos longe<br />
E quero me lembrar com carinho,<br />
Sentir que naquela madrugada fomos felizes,<br />
Mas não quero esperar nada na manhã.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Saturno</title>
		<link>http://diegolima.org/rpp/2009/05/saturno/</link>
		<comments>http://diegolima.org/rpp/2009/05/saturno/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 May 2009 02:45:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Agulhas brilhantes cortavam seus olhos,
Que contemplavam o céu estrelado.
Luzes da estrada, levando ao nada,
Luzes dos carros que se misturavam à neblina.
O ar frio e seco percorre a garganta
Um sopro.
Um sopro seco
Um sopro seco e vazio.
Mas enquanto ele também virava névoa,
Enquanto o frio tomava seu corpo,
Ele sorria, com uma triste alegria.
Ele viu os anéis de saturno.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agulhas brilhantes cortavam seus olhos,<br />
Que contemplavam o céu estrelado.<br />
Luzes da estrada, levando ao nada,<br />
Luzes dos carros que se misturavam à neblina.</p>
<p>O ar frio e seco percorre a garganta<br />
Um sopro.<br />
Um sopro seco<br />
Um sopro seco e vazio.</p>
<p>Mas enquanto ele também virava névoa,<br />
Enquanto o frio tomava seu corpo,<br />
Ele sorria, com uma triste alegria.</p>
<p>Ele viu os anéis de saturno.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ethereal</title>
		<link>http://diegolima.org/rpp/2009/04/ethereal/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 03:06:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[Músicas]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Momentos, ao vento,
Palavras, trocadas,
Existências misturadas,
Tão rápido,
Tão rápido&#8230;
Quadros perdidos,
Sentidos esquecidos
Entes, queridos,
Abandono, abandonam.
Realidade frágil, frágil,
Música forte, baixa,
Sem sentido, ouvindo
De longe.
Cidades abandonadas,
Nuvens espalhadas,
Solidão cinza-cimento,
Vida que escorre pelos dedos.
Etérea.
&#8212;
Raindrop Pagan Poetry &#8211; Ethereal
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Momentos, ao vento,<br />
Palavras, trocadas,<br />
Existências misturadas,<br />
Tão rápido,<br />
Tão rápido&#8230;</p>
<p>Quadros perdidos,<br />
Sentidos esquecidos<br />
Entes, queridos,<br />
Abandono, abandonam.</p>
<p>Realidade frágil, frágil,<br />
Música forte, baixa,<br />
Sem sentido, ouvindo<br />
De longe.</p>
<p>Cidades abandonadas,<br />
Nuvens espalhadas,<br />
Solidão cinza-cimento,<br />
Vida que escorre pelos dedos.</p>
<p>Etérea.</p>
<p>&#8212;<a rel="attachment wp-att-19" href="http://diegolima.org/rpp/?attachment_id=19"><br />
Raindrop Pagan Poetry &#8211; Ethereal</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Untitled 1</title>
		<link>http://diegolima.org/rpp/2009/03/untitled-1/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 03:57:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Falem comigo, me resgatem
Deste abismo que é a vida
Me mostrem o caminho da escuridão
Sem trazer consigo lanternas
Guio-me pela melancolia
Carregando meu manto atroz
Não espero uma estrela guia
Apenas meu triste algoz
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falem comigo, me resgatem<br />
Deste abismo que é a vida<br />
Me mostrem o caminho da escuridão<br />
Sem trazer consigo lanternas</p>
<p>Guio-me pela melancolia<br />
Carregando meu manto atroz<br />
Não espero uma estrela guia<br />
Apenas meu triste algoz</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fonte</title>
		<link>http://diegolima.org/rpp/2009/01/121/</link>
		<comments>http://diegolima.org/rpp/2009/01/121/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 23:04:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Tantas palavras 




Tanto silêncio 




Tantas batalhas travadas, tantas vitórias alcançadas,
Vitórias sem sentido, 
 olhares que procuram, 
 tanta aversão. 

Mentes literadas que não sabem enxergar além do banal,

 além das linhas
Há muito mais que palavras, 




 sem jamais apreciar.
Há uma fonte, e a destroem.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tantas palavras <!-- que jamais deveriam ser ditas,--><br />
<!-- Sentimentos que ficam aqui, pesados, guardados,--><br />
<!-- Desesperados gritando em meu âmago, sufocados--><br />
<!-- Pela calada, acorrentada, carcaça de pele.--><br />
<!--  --></p>
<p>Tanto silêncio <!-- que deveria ser quebrado, --><br />
<!-- Sentimentos, guerreiros derrotados, caem aos poucos, --><br />
<!-- Os números diminuindo com o tique-taque do relógio, --><br />
<!-- Suas forças, levadas pelo vento, se exaurindo. --><br />
<!--  --></p>
<p>Tantas batalhas travadas, tantas vitórias alcançadas,<br />
Vitórias sem sentido, <!-- vistas, acanhadas, pelas metades,  --><br />
<!-- Por --> olhares que procuram, <!-- cruéis, o nada,  --><br />
<!-- Virando-se ao contrário de  --> tanta aversão. <br />
<!--  --></p>
<p>Mentes literadas que não sabem enxergar além do banal,<br />
<!-- Além da carne, além do corpo, além da máscara de palhaço, --><br />
<!-- Não se importam, não entendem, cegos, que --> além das linhas<br />
Há muito mais que palavras, <!-- há incontáveis histórias; --><br />
<!--  --></p>
<p><!-- Além desse cansado rosto e corpo,  --><br />
<!-- Há muito mais que palavras, há sentimentos. --><br />
<!--  --></p>
<p><!-- E tudo destroem, --> sem jamais apreciar.<br />
Há uma fonte, e a destroem.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Eu Não</title>
		<link>http://diegolima.org/rpp/2009/01/eu-nao/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 10:42:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabe quando você sai brincando na chuva,
Pulando de poça em poça, rindo e cantando,
E quando as luzes iluminam as últimas ruas
cores quentes parecem preencher seus olhos?
E sabe quando você vai ao mercado,
o barulho das pessoas parece música aos ouvidos,
sentindo a vida pulsante, cercado,
o mundo parecendo o abraçar?
Me pergunto e me perguntam isso,
A contragosto  parece [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe quando você sai brincando na chuva,<br />
Pulando de poça em poça, rindo e cantando,<br />
E quando as luzes iluminam as últimas ruas<br />
cores quentes parecem preencher seus olhos?</p>
<p>E sabe quando você vai ao mercado,<br />
o barulho das pessoas parece música aos ouvidos,<br />
sentindo a vida pulsante, cercado,<br />
o mundo parecendo o abraçar?</p>
<p>Me pergunto e me perguntam isso,<br />
A contragosto  parece fazer sentido.<br />
Respiro e forço-me a responder:<br />
O título.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Frio</title>
		<link>http://diegolima.org/rpp/2009/01/frio/</link>
		<comments>http://diegolima.org/rpp/2009/01/frio/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 00:48:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2008]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diegolima.org/rpp/?p=30</guid>
		<description><![CDATA[Frio que cresce, sufoca, aperta,
O, frágil, pulso incerto, apressa,
O grito, engolido, medo enxerta,
Profundo desespero engessa
Na carne não mais inanimada do peito.
Palavras estraçalham as flores e panos,
Desnudando a estátua, mostrando o humano.
Puxo as cortinas, tranco as portas
Mas tudo inunda, invade e pilha
Derrotas, lágrimas vivas, almas mortas
Apagando luzes, tornando tudo em ilha
Silêncio engole doce e vomita ácido
Até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Frio que cresce, sufoca, aperta,<br />
O, frágil, pulso incerto, apressa,<br />
O grito, engolido, medo enxerta,<br />
Profundo desespero engessa<br />
Na carne não mais inanimada do peito.</p>
<p>Palavras estraçalham as flores e panos,<br />
Desnudando a estátua, mostrando o humano.</p>
<p>Puxo as cortinas, tranco as portas<br />
Mas tudo inunda, invade e pilha<br />
Derrotas, lágrimas vivas, almas mortas<br />
Apagando luzes, tornando tudo em ilha</p>
<p>Silêncio engole doce e vomita ácido<br />
Até que desce a escuridão e tudo consome.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diegolima.org/rpp/2009/01/frio/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
	</channel>
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