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	<title>Raindrop: Pagan Poetry &#187; poesias</title>
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	<description>A concentração de todo esse vazio</description>
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		<title>Vida</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 02:38:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Minha vida é um livro, Sem várias páginas, arrancadas, amassadas Jogadas em alguma calçada no passado Ou esquecidas em algum beco escuro É uma coletânea de palavras inacabadas, De sonhos não vividos, De fatos jogados. Como uma visita a uma livraria abandonada, Guarda várias mentiras, várias verdades, Majestosa em suas perguntas e respostas, Trazendo poucas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha vida é um livro,<br />
Sem várias páginas, arrancadas, amassadas<br />
Jogadas em alguma calçada no passado<br />
Ou esquecidas em algum beco escuro</p>
<p>É uma coletânea de palavras inacabadas,<br />
De sonhos não vividos,<br />
De fatos jogados.</p>
<p>Como uma visita a uma livraria abandonada,<br />
Guarda várias mentiras, várias verdades,<br />
Majestosa em suas perguntas e respostas,<br />
Trazendo poucas esperanças sem a coleção catalogada.</p>
<p>Minha vida é aqui dentro,<br />
Onde só eu alcanço,<br />
Onde só eu toco,<br />
Onde só eu danço.</p>
<p>Onde só eu me encontro.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Blank</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 18:56:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[This is just an empty shell, Where all is looks, sweet lies Eye candy, dandy smell Neon boards, flashing lights This is a blank book about life Devoid of words,  empty of meaning, Sporting a nice leather cover, Packed in a paper covered gift box Shipping now, worldwide]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>This is just an empty shell,<br />
Where all is looks, sweet lies<br />
Eye candy, dandy smell<br />
Neon boards, flashing lights</p>
<p>This is a blank book about life<br />
Devoid of words,  empty of meaning,<br />
Sporting a nice leather cover,<br />
Packed in a paper covered gift box</p>
<p>Shipping now, worldwide</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Goodbye</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 23:39:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[Músicas]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Alone once again I watch the sunset, with tears in my eyes And in the distance the car goes by. The end of a day Comes in the flight of an osprey. To the stars in the sky I say goodnight. And the knife cutting through my heart Leaves me devoid of emotion No strength [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alone once again<br />
I watch the sunset,<br />
with tears in my eyes<br />
And in the distance the car goes by.</p>
<p>The end of a day<br />
Comes in the flight of an osprey.<br />
To the stars in the sky<br />
I say goodnight.</p>
<p>And the knife cutting through my heart<br />
Leaves me devoid of emotion<br />
No strength left to cry<br />
No will left to try</p>
<p>No songs left to sing<br />
No smiles, no strings.<br />
With no emotions inside,<br />
I say goodbye.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Longa Caminhada</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 04:13:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[E assim termina a longa caminhada Depois de tantos anos, tanta história, Tantos planos e idéias inacabadas, Chegamos ao fim vazio da estrada Podemos encher nossos pulmões de areia, E fincar nossa bandeira no chão empoeirado Orgulhosos de termos finalmente completado A marcha sem precisar de ajuda alheia Olhamos o sol se por atrás das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E assim termina a longa caminhada<br />
Depois de tantos anos, tanta história,<br />
Tantos planos e idéias inacabadas,<br />
Chegamos ao fim vazio da estrada</p>
<p>Podemos encher nossos pulmões de areia,<br />
E fincar nossa bandeira no chão empoeirado<br />
Orgulhosos de termos finalmente completado<br />
A marcha sem precisar de ajuda alheia</p>
<p>Olhamos o sol se por atrás das dunas<br />
E a escuridão rapidamente nos abraçar<br />
Não lutamos &#8211; descansamos<br />
E bebemos homenageando as sombras</p>
<p>Sonhos vendidos por poucas moedas<br />
Corações trocados por efêmeros prazeres<br />
Em algum lugar escolhemos o caminho errado<br />
E assim termina a longa caminhada.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vaidade</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 00:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Vaidade Da idade Vã. Idade das cidades Das lojas, das modas Dos carros e luzes. Sombra da vaidade espera o pincel quebrar Frágil pincel que pinta o ego Que atrás se esconde alma fácil, frágil. Ah, a vaidade Que aos poucos espalha o esmalte corrupto E que aos nossos tolos olhos brilha Amo-a! Vaidade &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vaidade<br />
Da idade<br />
Vã.</p>
<p>Idade das cidades<br />
Das lojas, das modas<br />
Dos carros e luzes.</p>
<p>Sombra da vaidade<br />
espera o pincel quebrar<br />
Frágil pincel que pinta o ego<br />
Que atrás se esconde alma fácil, frágil.</p>
<p>Ah, a vaidade<br />
Que aos poucos espalha o esmalte corrupto<br />
E que aos nossos tolos olhos brilha<br />
Amo-a!</p>
<p>Vaidade &#8211; vaidoso<br />
Da idade &#8211; idoso<br />
Vã &#8211; humanos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Madrugada</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 21:54:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste dia quero pela noite vagar Chuva caindo sobre minha cabeça Até onde as luzes se acabam E no meio da escuridão há aquele bar Quero entrar encharcado, Cansado, perdido, desarrumado, Pedir a bebida de sempre Que nem sei qual é. E então olhar para o lado, Ver, pasmo, os cabelos alaranjados, O sorriso, lábios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste dia quero pela noite vagar<br />
Chuva caindo sobre minha cabeça<br />
Até onde as luzes se acabam<br />
E no meio da escuridão há aquele bar</p>
<p>Quero entrar encharcado,<br />
Cansado, perdido, desarrumado,<br />
Pedir a bebida de sempre<br />
Que nem sei qual é.</p>
<p>E então olhar para o lado,<br />
Ver, pasmo, os cabelos alaranjados,<br />
O sorriso, lábios vermelhos, olhar vagante<br />
Com a mente viajante tocando a mesma canção.</p>
<p>Esta noite quero nos embriagar,<br />
Com palavras, com gestos, com sensações,<br />
Para sairmos em meio às sombras<br />
Iluminando o fim da noite.</p>
<p>E quando chegarmos, a algum lugar,<br />
Sem combinar trocarmos um beijo,<br />
Sentir o doce da alma, o calor do desejo,<br />
As curvas da pele, o pulsar do peito sob a mão.</p>
<p>Sem luzes, sem culpa, sem inibições,<br />
Olhar o rosto adormecido, acariciá-lo suavemente,<br />
Beijar suavemente a moça, pela última vez.</p>
<p>Pois quando o sol nascer já estaremos longe<br />
E quero me lembrar com carinho,<br />
Sentir que naquela madrugada fomos felizes,<br />
Mas não quero esperar nada na manhã.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Saturno</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 02:45:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Agulhas brilhantes cortavam seus olhos, Que contemplavam o céu estrelado. Luzes da estrada, levando ao nada, Luzes dos carros que se misturavam à neblina. O ar frio e seco percorre a garganta Um sopro. Um sopro seco Um sopro seco e vazio. Mas enquanto ele também virava névoa, Enquanto o frio tomava seu corpo, Ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agulhas brilhantes cortavam seus olhos,<br />
Que contemplavam o céu estrelado.<br />
Luzes da estrada, levando ao nada,<br />
Luzes dos carros que se misturavam à neblina.</p>
<p>O ar frio e seco percorre a garganta<br />
Um sopro.<br />
Um sopro seco<br />
Um sopro seco e vazio.</p>
<p>Mas enquanto ele também virava névoa,<br />
Enquanto o frio tomava seu corpo,<br />
Ele sorria, com uma triste alegria.</p>
<p>Ele viu os anéis de saturno.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ethereal</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 03:06:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[Músicas]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Momentos, ao vento, Palavras, trocadas, Existências misturadas, Tão rápido, Tão rápido&#8230; Quadros perdidos, Sentidos esquecidos Entes, queridos, Abandono, abandonam. Realidade frágil, frágil, Música forte, baixa, Sem sentido, ouvindo De longe. Cidades abandonadas, Nuvens espalhadas, Solidão cinza-cimento, Vida que escorre pelos dedos. Etérea. &#8212; Raindrop Pagan Poetry &#8211; Ethereal]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Momentos, ao vento,<br />
Palavras, trocadas,<br />
Existências misturadas,<br />
Tão rápido,<br />
Tão rápido&#8230;</p>
<p>Quadros perdidos,<br />
Sentidos esquecidos<br />
Entes, queridos,<br />
Abandono, abandonam.</p>
<p>Realidade frágil, frágil,<br />
Música forte, baixa,<br />
Sem sentido, ouvindo<br />
De longe.</p>
<p>Cidades abandonadas,<br />
Nuvens espalhadas,<br />
Solidão cinza-cimento,<br />
Vida que escorre pelos dedos.</p>
<p>Etérea.</p>
<p>&#8212;<a rel="attachment wp-att-19" href="http://diegolima.org/rpp/?attachment_id=19"><br />
Raindrop Pagan Poetry &#8211; Ethereal</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Untitled 1</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 03:57:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Falem comigo, me resgatem Deste abismo que é a vida Me mostrem o caminho da escuridão Sem trazer consigo lanternas Guio-me pela melancolia Carregando meu manto atroz Não espero uma estrela guia Apenas meu triste algoz]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falem comigo, me resgatem<br />
Deste abismo que é a vida<br />
Me mostrem o caminho da escuridão<br />
Sem trazer consigo lanternas</p>
<p>Guio-me pela melancolia<br />
Carregando meu manto atroz<br />
Não espero uma estrela guia<br />
Apenas meu triste algoz</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fonte</title>
		<link>http://diegolima.org/rpp/2009/01/121/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 23:04:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>D</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Tantas palavras Tanto silêncio Tantas batalhas travadas, tantas vitórias alcançadas, Vitórias sem sentido, olhares que procuram, tanta aversão. Mentes literadas que não sabem enxergar além do banal, além das linhas Há muito mais que palavras, sem jamais apreciar. Há uma fonte, e a destroem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tantas palavras <!-- que jamais deveriam ser ditas,--><br />
<!-- Sentimentos que ficam aqui, pesados, guardados,--><br />
<!-- Desesperados gritando em meu âmago, sufocados--><br />
<!-- Pela calada, acorrentada, carcaça de pele.--><br />
<!--  --></p>
<p>Tanto silêncio <!-- que deveria ser quebrado, --><br />
<!-- Sentimentos, guerreiros derrotados, caem aos poucos, --><br />
<!-- Os números diminuindo com o tique-taque do relógio, --><br />
<!-- Suas forças, levadas pelo vento, se exaurindo. --><br />
<!--  --></p>
<p>Tantas batalhas travadas, tantas vitórias alcançadas,<br />
Vitórias sem sentido, <!-- vistas, acanhadas, pelas metades,  --><br />
<!-- Por --> olhares que procuram, <!-- cruéis, o nada,  --><br />
<!-- Virando-se ao contrário de  --> tanta aversão. <br />
<!--  --></p>
<p>Mentes literadas que não sabem enxergar além do banal,<br />
<!-- Além da carne, além do corpo, além da máscara de palhaço, --><br />
<!-- Não se importam, não entendem, cegos, que --> além das linhas<br />
Há muito mais que palavras, <!-- há incontáveis histórias; --><br />
<!--  --></p>
<p><!-- Além desse cansado rosto e corpo,  --><br />
<!-- Há muito mais que palavras, há sentimentos. --><br />
<!--  --></p>
<p><!-- E tudo destroem, --> sem jamais apreciar.<br />
Há uma fonte, e a destroem.</p>
]]></content:encoded>
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